quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Porque a europa recebe tantos imigrantes?

Por que a europa recebe tantos imigrantes?

Após o término da Segunda Guerra Mundial, vários países europeus se reconstruíram e se destacaram no seguimento industrial, como a Alemanha e a França, com o crescimento econômico derivado desse setor tais nações se tornaram áreas de atração para trabalhadores, sobretudo, imigrantes.

No primeiro momento os imigrantes eram oriundos da própria Europa, de países como Portugal, Espanha, Itália e Grécia, que se dirigiram às nações mais desenvolvidas industrialmente com intuito de se colocar no mercado de trabalho. As vagas que surgiam nessas indústrias eram direcionadas a trabalhadores que não tinham uma boa qualificação, dessa forma recebiam baixos salários, geralmente não existia vínculos empregatícios, uma vez que eram trabalhos sazonais.

Mais tarde, no decorrer das décadas de 1970 e 1980, houve uma alteração na configuração da origem dos imigrantes que se dirigiam para o continente europeu, esses eram originados das ex-colônias.

Até mesmo as nações menos desenvolvidas do leste europeu começaram a absorver imigrantes, esse processo foi provocado, entre outros motivos, pelo aumento das desigualdades entre países centrais e periféricos. Países que sempre tiveram seus habitantes saindo para outros lugares do mundo passaram a receber imigrantes, sobretudo das ex-colônias como Brasil e o leste europeu.

Atualmente, existem em muitos países de atração movimentos contrários aos imigrantes, em Portugal, por exemplo, há grupos xenófobos, embora sejam poucos. Apesar disso, ocorre um intenso fluxo de imigrantes e, automaticamente, uma saturação no mercado de trabalho. Tal fato provavelmente produzirá reflexos como os que ocorrem na França, com iniciativas radicais e até mesmo violentas.

Os adeptos à xenofobia condenam os imigrantes pela falta de trabalho, entretanto, esquecem que esse fator foi desencadeado pelos seus próprios líderes, que permitiram a entrada desses trabalhadores para executar tarefas que os nativos se recusavam a desenvolver. Esse processo é resultado do imperialismo ocorrido no passado, quando as metrópoles tinham como objetivo exclusivo explorar a colônia e nunca de estabelecer medidas para que essa engrenasse para o desenvolvimento.

Os movimentos xenófobos vêm crescendo gradativamente, especialmente a partir dos anos 80 com as crises econômicas que ocorreram nessa década e nos anos 90 com o aumento do desemprego em escala global. Segundo os líderes e adeptos desse tipo de movimento, essa aversão aos imigrantes não se deve a preconceitos por origem, e sim pela preocupação com a perda de identidade cultural, a competividade entre um nativo e um imigrante, pois o último se sujeita a menores salários e condições precárias de trabalho, isso força uma deflação geral. Além disso, a entrada da religião mulçumana na Europa é vista como uma ameaça, principalmente após os ocorridos em 11 de setembro nos EUA.

Devido às pressões de grupos xenófobos, o governo da França implantou medidas de restrição aos imigrantes, nesse caso, as origens mais afetadas são os africanos e mulçumanos (ex-colônias). Essa realidade não se resume somente à França, pois os outros países europeus desenvolvidos estabeleceram leis extremamente rigorosas para impedir a entrada de imigrantes.

Recentemente, o grupo de imigrantes que mais sofrem com a discriminação são os do leste europeu, os países da Europa Ocidental impuseram a cobrança de vistos, mas para adquiri-los as burocracias são tão grandes que se torna uma tarefa difícil de alcançar.

Esse tipo de discriminação por parte da população da Europa, especialmente da parte ocidental, tem proporcionado o crescimento e a atuação de grupos denominados de ‘neonazistas’. Esses chegam a ser extremistas, na Alemanha ocorre uma grande incidência de atentados a imigrantes.

Essa questão é extremamente complexa e difícil de encontrar uma solução, segundo especialistas, isso se deve aos períodos de exploração das colônias, como se os imigrantes vindos dessas tivessem cobrando por tal ato. Na visão de outros estudiosos, essa temática não terá fim enquanto existir tanta disparidade entre países centrais e periféricos, pois as pessoas desse último sempre vão migrar em busca de sua sobrevivência.por quer da imigracao.
 
Fonte(s): http://www.mundoeducacao.com.br/geografi...

Autor: jonathan cavacante 

terça-feira, 15 de setembro de 2015


                 
                                                                                           


                                                                                    
                                 Copa do Mundo



  
Escolha do Brasil

O Brasil foi escolhido pela FIFA para sediar a Copa do Mundo de Futebol em 2014. A escolha foi divulgada no dia 31 de maio de 2009 e gerou muita alegria e comemoração popular no Brasil. Como sede da Copa, a seleção brasileira foi automaticamente classificada para disputar a Copa de 2014, sem passar pelo processo de eliminatórias.

Os jogos da Copa de 2014 ocorreram entre os dias 13 de junho (jogo de abertura) e 13 de julho (partida final).

Slogan da Copa 2014

Em 29 de maio de 2012, o Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014 e a FIFA anunciaram o logan da Copa que será: "Juntos num só ritmo''. A frase simbolizou a ideia de união de todos em torno do futebol, além da felicidade que o maior evento do futebol representa.

Bola da Copa

Brazuca foi o nome da bola da Copa do Mundo de Futebol 2014. O nome foi escolhido através de uma enquete (com cerca de 1 milhão de votos) e divulgado em 2 de setembro de 2012. A empresa de materiais esportivos Adidas foi a responsável pela confecção da bola.

Fuleco: o mascote da Copa

O mascote da copa foi um tatu-bola, animal típico da caatinga, na cor amarela e com carapaça azul. Seu nome foi Fuleco, que é uma combinação de Futebol e Ecologia.

O uso da tecnologia

Pela primeira vez na história da Copa do Mundo de Futebol foi utilizada tecnologia para que o árbitro pudesse saber se a bola entrou ou não no gol. Conhecido como GoalControl, o sistema consiste no uso de 14 câmeras de alta velocidade, instaladas na estrutura superior do estádio. A bola é monitorada em tempo real por estas câmeras e, se cruzar a linha do gol, um aviso será enviado em 0,3 segundo para o relógio do árbitro. O sistema não necessita na utilização de chip na bola. É o fim dos erros de arbitragem em bolas que entram ou não no gol.

Informações importantes

- A partida de abertura da Copa ocorreu no Estádio do Corinthians em São Paulo, enquanto a partida final será realizada no Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro). A partida de abertura ocorreu em 12 de junho de 2014, enquanto a final será no dia 13 de julho de 2014.

- A competição contou com a participação das seleções nacionais de 32 países.

- A presidente Dilma nomeou, em 27 de julho de 2011, Pelé como embaixador da Copa do Mundo de 2014.

- A seleção brasileira não jogou no estádio do Maracanã, pois não chegou a final.

- O sorteio dos grupos da Copa do Mundo ocorreu no dia 06 de dezembro de 2013.

As cidades-sede da Copa 2014 e seus estádios

- Belo Horizonte - Estádio Mineirão

- Brasília - Estádio Mané Garrincha

- Cuiabá - Arena Pantanal

- Curitiba - Arena da Baixada

- Fortaleza - Estádio Castelão

- Manaus - Arena Amazônia

- Natal - Estádio da Dunas

- Porto Alegre - Estádio Beira Rio

- Recife - Estádio Cidade da Copa

- Rio de Janeiro - Estádio do Maracanã

- Salvador - Estádio da Fonte Nova

- São Paulo - Arena do Corinthians

Os 32 países que disputaram a Copa de 2014 

- Brasil (país-sede, classificado sem precisar disputar eliminatórias)

- Japão

- Austrália

- Irã

- Coreia do Sul

- Holanda

- Itália

- Argentina

- Estados Unidos

- Costa Rica

- Alemanha

- Bélgica

- Suíça

- Colômbia

- Espanha

- Bósnia-Herzegóvina

- Rússia

- Inglaterra

- Chile

- Equador

- Honduras

- Nigéria

- Camarões

- Costa do Marfim

- Portugal

- França

- Grécia

- Croácia

- Argélia

- Gana

- México

- Uruguai



Classificação final:

1º lugar (campeã): Alemanha

2º lugar (vice-campeã): Argentina

3º lugar: Holanda

4º lugar: Brasil

Você sabia?

- O Japão garantiu a classificação para a Copa do Mundo de Futebol em 2014 após empatar em 1 a 1 com a Austrália, em Saitama (Japão), pelas eliminatórias da Ásia. O Japão foi o primeiro país classificado em campo para a Copa de 2014.

- Foram investidos cerca de R$ 25 bilhões na construção e reforma de estádios e infraestrutura (aeroportos, avenidas, urbanização e sistemas de transporte) para preparar as cidades-sede para a realização do evento. 

- A Alemanha, seleção campeã da Copa 2014, ganhou um prêmio de US$ 35 milhões (recorde de premiação).

- A Alemanha tronou-se tetra-campeã ao vencer a Copa 2014.

- O artilheiro da Copa do Mundo 2014 foi o meia colombiano James Rodriguez com 6 gols.

- De acordo com dados do governo federal do Brasil, os turistas gastaram cerca de R$ 7 bilhões (US$ 3,2 bilhões) durante a Copa do Mundo.


  • AUTORA: Maria Clara D. Monteiro
  • EDITOR: José Dhomini 
  • Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/mascote-da-copa-2014-ganha-o-nome-fuleco,356e53923d43b310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html


                                    COPA DO MUNDO 2018
A Copa do Mundo FIFA de 2018 ou Campeonato Mundial de Futebol FIFA de 2018 será a 21.ª edição do campeonato, e terá como país-sede a Rússia. A competição ocorrerá pela primeira vez em um país do Leste Europeu, escolhido no dia 2 de dezembro de 2010 pela FIFA para sediar o evento.[1] São estimados 6 bilhões de euros para a construção de estádios para o evento, além de mais 20 bilhões a serem investidos em infraestrutura. O evento contará com o apoio de magnatas do país, entre eles o russo Roman Abramovich, proprietário do clube inglês de futebol, o Chelsea FC.
A Copa do Mundo de 2018, juntamente com a Universíada de Verão de 2013 e os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 que também foram realizados em território russo, são os primeiros eventos esportivos de importância mundial realizados no país desde os Jogos Olímpicos de Verão de 1980. A Fifa escolheu o país do leste europeu entendendo que o interesse da população pelo futebol vem aumentando, graças aos investimentos financeiros no esporte, do aumento da importância do campeonato russo e a migração de jogadores de outras ligas para o país, além de representar a ascensão econômica da Rússia após a dissolução da União Soviética em 1991. Os outros países que se candidataram à sede da competição foram: Inglaterra e as candidaturas conjuntas de Holanda/Bélgica e Portugal/Espanha. A Rússia pretende a construção de 11 estádios em suas principais cidades europeias.
O governo russo pretende entregar todas as obras para a Copa do Mundo da FIFA 2018 um ano antes do torneio que será realizado entre os dias 14 de junho e 15 de julho.[2] O que parece estar se concretizando, já que Joseph Blatter, presidente da FIFA, afirma que as organizações estão mais avançadas em comparação com as obras do Brasil, que sediou a copa anterior
 Site: https://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_2018
Autor: Dedro Manoctor

A Falta de Água


Não existe vida sem água

A vida, como nós a conhecemos, não existe sem água. Todos os organismos contêm água, que aparece como o constituinte químico mais abundante na célula, participando diretamente dos principais processos vitais. É so lembrar que na fotossíntese, processo básico da vida, o gás carbônico e a água são usados para a síntese de glicose, o principal alimento energético da célula.

A quantidade de água disponível

Uma das questões mais preocupantes para o mundo, na atualidade, é a quantidade de água disponível tanto para a vida humana, quanto para a economia. Tal preocupação, aparentemente contraditória, é real quando comparamos as quantidades de água existente e disponível. A contradição reside no fato de que 70% da superfície da Terra é coberta por água, atingindo um volume de 1,5 milhões de km2. Mas é preciso lembrar que 98% dessa água é salgada e imprópria para o uso, a menos que seja dessalinizada, processo oneroso demais para suprir grandes populações. Dos restantes 2% de água doce, boa parte aparece retida, na forma de gelo, em calotas polares ou então na forma de águas subterrâneas. Conclusão: apenas cerca de 0,44% da água do planeta Terra aparece em disponibilidade para os seres vivos.

O ciclo da água

Entre a atmosfera e a Terra, a água realiza, há milhões de anos, um trajeto conhecido como ciclo da água que pode ser dividido em curto e longo. No primeiro, a água existente na atmosfera ou neve. Com a precipitação a água pode cair diretamente no oceano ou cair na Terra e atingir o oceano através de rios e lençóis freáticos. Durante essas etapas parte da água é evaporada para a atmosfera e condensada na forma de nuvens, repetindo o ciclo. No ciclo longo, também conhecido como ciclo biogeoquímico, entre a atmosfera e a terra interpõem-se os seres vivos, obtendo e eliminando água. As plantas retiram água do solo, absorvendo-a através das raízes, enquanto que a maioria dos animais a ingere. Uma parte da água absorvida ou ingerida é incorporada à estrutura desses organismos e volta ao meio ambiente quando eles sofrem a decomposição.
Plantas e animais terrestres, continuamente, perdem água para a atmosfera: as plantas, através da transpiração, exercida principalmente pelas folhas; os animais, através da pele e pelos sistemas digestivo, respiratório e urinário.
Assim, toda a água incorporada por um ser vivo acaba voltando para a atmosfera.

A crise da água

O crescimento desordenado das cidades gera dois graves problemas: poluição e consumo. A poluição é determinada pelo lançamento e acúmulo, nas águas, de esgotos domésticos e despejos industriais. Uma vez poluída, a água não pode ser consumida, afetando a saúde humana, bem como as outras formas de vida. É evidente que a poluição hídrica é intensificada com o aumento da pobreza. Sabemos que em regiões pobres, normalmente situadas na periferia das grandes cidades, os esgotos sanitários e o lixo doméstico, sem qualquer tratamento, são diretamente lançados em águas. Estudos feitos pela UNESCO mostram que, desde o começo do século, o consumo d’água aumenta numa proporção de duas vezes o crescimento populacional.
A previsão é de que, nos próximos 50 anos, o consumo de água deverá superar a quantidade disponível para o uso.

Como prevenir a crise da água?

Existem inúmeras medidas que, se forem tomadas, reduzirão em muito o consumo de água; entre as principais podemos citar:
  1. economizar água evitando o desperdício;
  2. saneamento básico, ou seja, tratamento dos esgotos domésticos;
  3. tratamento dos poluentes líquidos industriais para que possam ser reutilizados;
  4. projetos de irrigação evitando o consumo exagerado;
  5. proteção dos mananciais das regiões de nascentes dos rios.
Enfim, a falta de água é tão evidente que ela passou a ser considerada o ouro do século XXI.
Fontes:http://www.curso-objetivo.br/vestibular/roteiro_estudos/falta_agua.aspx

quinta-feira, 3 de setembro de 2015




                                Independência
                                                  do                      
                                        Brasil
                   
                    
       * A independência do brasil, comemora em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos A Independência do Brasil, comemorada em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação
A Família Real chega ao Brasil
Com a chegada da Família Real ao Brasil, começa a se delinear uma nova condição econômica, pois, em 1808 com a abertura dos portos, o Brasil deixava de ser colônia, atendendo assim aos interesses da elite agrária brasileira. Apesar de ainda ser um momento inicial da história, esse episódio, que marca a política de D. João VI no Brasil, é considerada a primeira medida formal em direção à independência.
Revolução Constitucionalista e Revolução Liberal do Porto
É claro que os aristocratas portugueses não gostaram nada dessa situação, pois perdiam cada vez mais espaço no cenário político, assim, passam a alimentar um movimento de mudanças que culminou em uma revolução constitucionalista em Portugal.
A Revolução Liberal do Porto foi outro movimento marcante da época que tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil novamente à condição de colônia.
Decorrente desse movimento os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes” que tem como protagonistas as principais figuras políticas lusitanas exigindo que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para e legitimasse as transformações políticas em andamento.
Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A Independência do Brasil, comemorada em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação
Príncipe Regente e novas diretrizes
Durante um tempo, D.Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia.

Então pouco depois que assumiu, Dom Pedro I passou a tomar medidas em favor da população e começou a ganhar prestígio. Suas primeiras medidas foram baixar os impostos e equipar as autoridades militares nacionais às lusitanas. Inicia-se um dos momentos mais conturbados desse período, pois essas ações desagradaram muito as Cortes de Portugal que exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra.


A pressão portuguesa despertou a elite econômica brasileira para o risco que de um novo domínio e o retorno ao estado de colônia. Assim, os grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I e incentivá-lo a ser líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram seu auge, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado solicitando a permanência e Dom Pedro no Brasil.
Neste contexto e atendendo a demonstração de apoio, no dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse. Ele atendeu ao desejo do povo declarando: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico". Dom Pedro I reafirmou sua permanência no cenário político brasileiro e atendeu aos interesses dos ricos fazendeiros brasileiros e esse dia passou a ser conhecido em nossa história como o Dia do Fico.

Finalmente a Independência!
Dom Pedro I logo teve a iniciativa de incorporar figuras políticas brasileiras que eram a favor da independência aos quadros administrativos de seu governo. Ele também decretou que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Foi justamente essa medida que tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável e, em uma última tentativa, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida.
Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I fez uma declaração oficial afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo.
Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.

D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I.
O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. 

Curiosidade
Um dos primeiros a reconhecer o Brasil como uma nação foram os Estados Unidos. O reconhecimento de Portugal só veio em 1825, em troca de uma indenização de 2 milhões de libras.


                                       Família Real

Mas... por que eles vieram para cá?
A instalação da família real portuguesa
no Brasil, há 200 anos, foi responsável
por uma transformação política no país.
Para o Rio de Janeiro, a herança foi
ainda maior. Quando o príncipe regente desembarcou no Rio de Janeiro, a cidade
já era a segunda mais rica do Império,
atrás apenas de Lisboa. Mesmo assim,
foi de uma hora para outra que ela
deixou de ser a capital de uma colônia
para se transformar na Corte do império português.
A prioridade de Portugal era manter suas colônias e a segurança do seu reino.
No início do século XIX Napoleão Bonaparte era imperador da França.
Ele queria conquistar toda a Europa e para tanto derrotou os exércitos de vários países. Mas não conseguiu vencer a marinha inglesa.
Nessa época, Portugal era governado pelo príncipe regente Dom João. Como Portugal era um antigo aliado da Inglaterra, Dom João ficou numa situação muito difícil: se fizesse o que Napoleão queria, os ingleses invadiriam o Brasil, pois estavam muito interessados no comércio brasileiro; se não o fizesse, os franceses invadiriam Portugal.
A solução que Dom João encontrou, com a ajuda dos aliados ingleses foi transferir a corte portuguesa para o Brasil. Em novembro de 1807, Dom João com toda a sua família e sua corte partiu para o Brasil sob a escolta da esquadra inglesa. 15 mil pessoas vieram para o Brasil em quatorze navios trazendo suas riquezas, documentos, bibliotecas, coleções de arte e tudo que puderam trazer. Quando o exército de Napoleão chegou em Lisboa, só encontrou um reino abandonado e pobre.
O Brasil ainda era uma colônia de Portugal. Tudo o que produzíamos era enviado à metrópole. Não podíamos fazer comércio com outros países, nem ter nossas próprias moedas, jornais e livros. Além do isolamento, faltavam boas estradas e moradia para a população.
O príncipe regente desembarcou em Salvador em 22 de janeiro de 1808. Ainda em Salvador Dom João abriu os portos do Brasil aos países amigos, permitindo que navios estrangeiros comercializassem livremente nos portos brasileiros. Essa medida foi de grande importância para a economia brasileira.
De Salvador, a comitiva partiu para o Rio de Janeiro, aonde chegou em 08 de março de 1808. O Rio de Janeiro tornou-se a sede da corte Portuguesa. Com a chegada da Família Real ao Brasil, novos tempos para a colônia!


 
 http://opiniaotriunfodigital.blogspot.com.br/2014/09/dilma-abre-o-desfile-de-7-de-setembro.html
 AUTORA: Klênia Bia

Atletas Paralímpicos são a esperança do Brasil nos Jogos em 2016





         Independência do Brasil
                   
                    
       * A independência do brasil, comemora em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos A Independência do Brasil, comemorada em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação
 
A Família Real chega ao Brasil
Com a chegada da Família Real ao Brasil, começa a se delinear uma nova condição econômica, pois, em 1808 com a abertura dos portos, o Brasil deixava de ser colônia, atendendo assim aos interesses da elite agrária brasileira. Apesar de ainda ser um momento inicial da história, esse episódio, que marca a política de D. João VI no Brasil, é considerada a primeira medida formal em direção à independência.
Revolução Constitucionalista e Revolução Liberal do Porto
É claro que os aristocratas portugueses não gostaram nada dessa situação, pois perdiam cada vez mais espaço no cenário político, assim, passam a alimentar um movimento de mudanças que culminou em uma revolução constitucionalista em Portugal.
A Revolução Liberal do Porto foi outro movimento marcante da época que tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil novamente à condição de colônia.
Decorrente desse movimento os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes” que tem como protagonistas as principais figuras políticas lusitanas exigindo que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para e legitimasse as transformações políticas em andamento.
Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A Independência do Brasil, comemorada em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação.
Príncipe Regente e novas diretrizes
Durante um tempo, D.Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia.

Então pouco depois que assumiu, Dom Pedro I passou a tomar medidas em favor da população e começou a ganhar prestígio. Suas primeiras medidas foram baixar os impostos e equipar as autoridades militares nacionais às lusitanas. Inicia-se um dos momentos mais conturbados desse período, pois essas ações desagradaram muito as Cortes de Portugal que exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra.


A pressão portuguesa despertou a elite econômica brasileira para o risco que de um novo domínio e o retorno ao estado de colônia. Assim, os grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I e incentivá-lo a ser líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram seu auge, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado solicitando a permanência e Dom Pedro no Brasil.
Neste contexto e atendendo a demonstração de apoio, no dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse. Ele atendeu ao desejo do povo declarando: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico". Dom Pedro I reafirmou sua permanência no cenário político brasileiro e atendeu aos interesses dos ricos fazendeiros brasileiros e esse dia passou a ser conhecido em nossa história como o Dia do Fico.

Finalmente a Independência!
Dom Pedro I logo teve a iniciativa de incorporar figuras políticas brasileiras que eram a favor da independência aos quadros administrativos de seu governo. Ele também decretou que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Foi justamente essa medida que tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável e, em uma última tentativa, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida.
Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I fez uma declaração oficial afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo.
Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.

D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I.
O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. 

Curiosidade
Um dos primeiros a reconhecer o Brasil como uma nação foram os Estados Unidos. O reconhecimento de Portugal só veio em 1825, em troca de uma indenização de 2 milhões de libras.


                                       Família Real

Mas... por que eles vieram para cá?
A instalação da família real portuguesa
no Brasil, há 200 anos, foi responsável
por uma transformação política no país.
Para o Rio de Janeiro, a herança foi
ainda maior. Quando o príncipe regente desembarcou no Rio de Janeiro, a cidade
já era a segunda mais rica do Império,
atrás apenas de Lisboa. Mesmo assim,
foi de uma hora para outra que ela
deixou de ser a capital de uma colônia
para se transformar na Corte do império português.
A prioridade de Portugal era manter suas colônias e a segurança do seu reino.
No início do século XIX Napoleão Bonaparte era imperador da França.
Ele queria conquistar toda a Europa e para tanto derrotou os exércitos de vários países. Mas não conseguiu vencer a marinha inglesa.
Nessa época, Portugal era governado pelo príncipe regente Dom João. Como Portugal era um antigo aliado da Inglaterra, Dom João ficou numa situação muito difícil: se fizesse o que Napoleão queria, os ingleses invadiriam o Brasil, pois estavam muito interessados no comércio brasileiro; se não o fizesse, os franceses invadiriam Portugal.
A solução que Dom João encontrou, com a ajuda dos aliados ingleses foi transferir a corte portuguesa para o Brasil. Em novembro de 1807, Dom João com toda a sua família e sua corte partiu para o Brasil sob a escolta da esquadra inglesa. 15 mil pessoas vieram para o Brasil em quatorze navios trazendo suas riquezas, documentos, bibliotecas, coleções de arte e tudo que puderam trazer. Quando o exército de Napoleão chegou em Lisboa, só encontrou um reino abandonado e pobre.
O Brasil ainda era uma colônia de Portugal. Tudo o que produzíamos era enviado à metrópole. Não podíamos fazer comércio com outros países, nem ter nossas próprias moedas, jornais e livros. Além do isolamento, faltavam boas estradas e moradia para a população.
O príncipe regente desembarcou em Salvador em 22 de janeiro de 1808. Ainda em Salvador Dom João abriu os portos do Brasil aos países amigos, permitindo que navios estrangeiros comercializassem livremente nos portos brasileiros. Essa medida foi de grande importância para a economia brasileira.
De Salvador, a comitiva partiu para o Rio de Janeiro, aonde chegou em 08 de março de 1808. O Rio de Janeiro tornou-se a sede da corte Portuguesa. Com a chegada da Família Real ao Brasil, novos tempos para a colônia!


 
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 AUTORA: Klênia Bia